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6 fatores pelos quais Startups acabam fechando as portas

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Quem tem uma startup sabe o quanto é complicado sobreviver neste mercado por muito tempo. E nem é tão difícil entender por que as startups acabam. A concorrência é grande e os recursos, normalmente, bem escassos. Convencer investidores a embarcarem na ideia também não é uma tarefa fácil. Além disso, a falta de experiência em gestão e a pouca capacidade de adaptação ao mercado costumam ter muita influência no desfecho triste para muitos empreendedores.
Mesmo as aceleradoras, uma das alternativas mais interessantes para conseguir apoio na hora de fazer a empresa deslanchar.

COMO EVITAR OS FATORES QUE MAIS MATAM STARTUPS

O primeiro passo para evitar que sua startup caia na mesma armadilha que tantas outras é investir em conhecimento. Vale desde buscar os melhores livros, filmes, palestras, podcasts e cursos até encontrar mentores que possam te ajudar a ver pontos que não estavam tão claros antes.
Aqui na 1App Developer temos uma porção de conteúdos que podem ajudar nessa missão.
A CB Insights mantém uma página com os casos de startups que não deram certo. São quase 300 empresas com suas histórias relatadas por lá.

OS MAIORES MOTIVOS DE MORTE DE STARTUP

É também da CB Insights uma pesquisa que aponta as principais causas de morte de startups. Edipaulo CEO da 1App, selecionou seis principais motivos e orientações de como evitá-los.


1. FALTA DE MERCADO

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Resolver um problema que seja uma verdadeira dor para o mercado é um dos primeiros passos para que uma startup dê certo. E não fazer isso é a principal causa de morte de qualquer empresa.
Além disso, é preciso que esse mercado tenha um tamanho relevante. Uma das principais formas é de calcular o tamanho do mercado em que você está se inserindo.

2. FIM DO DINHEIRO EM CAIXA

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Uma das principais características de toda startup é o dinheiro sempre curto no caixa.
Para não se ver nessa situação é fundamental ter uma grande preocupação com as métricas desde o primeiro dia. Toda startup deve ter uma gestão data-driven. Conhecer métricas como LTV e CAC e ter esses números sempre na ponta da língua – e saber como agir com base no que eles apontam – costuma ser uma característica em comum entre empreendedores de sucesso.

3. TIME INCOMPLETO

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Aqui na 1App, a existência de um time completo e complementar é um dos primeiros fatores que analisamos ao avaliar uma inscrição para nosso processo seletivo.
Isso porque sabemos o quanto é difícil tocar uma startup e como é importante que haja gente preparada para olhar todas as áreas principais do negócio. Sem isso, o desafio de ter um negócio como esse se torna praticamente impossível.

ENFRENTAR CONCORRENTES MAIS FORTES

4. CONCORRENTES MAIS FORTES

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Enfrentar concorrentes mais fortes é comum a muitas startups. O diferencia aquelas que conseguem vencer a disputa das que ficam pelo caminho é como elas fazem para contornar a disputa.
Um dos primeiros caminhos é identificar com maior precisão a dor do cliente. Muitas vezes os concorrentes maiores se conformam com uma solução já consolidada e não aprofundam em novas dores do cliente.
Outro conceito que precisa ser explorado à exaustão é o de Job to Be Done. Ao entender por que os clientes compram seu produto, você ganha mais margem e precisão para enfrentar a concorrência – que às vezes nem é quem você pensa.

5. PROBLEMAS COM PRECIFICAÇÃO

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Qual o preço certo para o seu produto? Essa é uma das questões mais difíceis que uma startup tem para responder.
Existem diversos métodos que ajudam nessa definição. Um dos primeiros passos é investir pesado em validação. Entender a fundo como seu cliente pensa, qual a sensibilidade a preço e o quanto ele está disposto a pagar.
Outra técnica que pode ser bem útil nesse processo é unir a estratégia de preço ao conceito de problem/solution fit para chegar ao preço ideal a ser cobrado.

6. PRODUTO RUIM

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É fundamental perseguir o Product/Market Fit – ou seja: ter a certeza que seu produto faz sentido para o mercado. De nada adianta ter uma solução incrível se não for ela que seus clientes estão procurando.
Pior ainda é quando o produto é realmente ruim. Daí a importância de se criar um mínimo produto viável (MVP) e de ter a mente aberta para pivotar a qualquer momento.

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