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Eu sou o Edu. Edipaulo Zanella, fundador da Sellflux.
Eu criei a Sellflux para escalar as minhas próprias vendas. Funil SaaS, tráfego de Facebook, Google e TikTok, time de SDR. Cada vez que eu queria crescer, a conta era a mesma: contratar, treinar, esperar.
Chegamos a cinco SDRs. Mesmo assim o lead ficava perdido no WhatsApp, o follow-up não acontecia e o custo por atendimento ficava perto de R$9. A primeira resposta demorava no mínimo 15 minutos.
Eu bati nesse muro na minha operação. Hoje esse mesmo muro é o motivo pelo qual pequenas e médias empresas estão procurando quem saiba implementar agente de IA de verdade.
As big techs concentram a tecnologia. As PMEs precisam de quem implemente.
Modelo novo todo mês. Narrativa de que “só quem tem escala usa IA de verdade”. Do outro lado: empresa com lead caro, fila no WhatsApp, time pequeno — e o medo de ficar para trás enquanto o concorrente grande parece ter toda a tecnologia do mundo.
Tentei resolver com disparo automático e atalho pronto. Funcionou pela metade. Chatbot de FAQ também: responde o básico e trava na primeira coisa fora do script. Não ocupa cadeira. Não vira proposta de R$3 a R$5 mil.
Aí veio o caso que me marcou. Um lead ICP perguntou se tinha integração com Shopify. O SDR não sabia e falou que não. O cliente desistiu. Em outra conversa, o cliente voltou e teve que repetir a qualificação inteira — ninguém lembrava do que ele já tinha falado.
Não era falta de ferramenta. Era falta de um posto que trabalhasse de verdade: com memória, com dado da empresa, com regra de quando chamar humano.
Não é o modelo de IA. Não é o prompt. Não é a ferramenta.
É que ninguém ocupa a cadeira.
Um chatbot responde e vai embora. Um trabalhador artificial tem descrição de cargo, memória, tools e sabe quando finalizar ou transferir. É isso que a empresa paga. É isso que justifica ticket alto de implementação — muitas vezes em poucas horas de trabalho.
Hoje você tem dois caminhos.
— Continuar vendendo o mesmo pacote de sempre, enquanto a demanda por agente de IA explode nas mãos de outro.
— Ou virar o implementador: montar o trabalhador artificial, entregar resultado e cobrar projeto a partir de R$3 a R$5 mil.
— Assistir as big techs monopolizarem a narrativa de “quem pode usar IA”.
— Ou usar a mesma onda a favor das PMEs — e cobrar por colocar a IA para trabalhar no funil delas.
— Você já sente a oportunidade, usa IA todo dia, mas ainda não tem um entregável concreto para colocar na proposta.
Este treinamento é para quem escolhe o caminho do implementador.
Não é mais um curso de prompt. Não é chatbot de perguntas frequentes. Não é “faz pra mim”.
É o Método Agente no Funil: você escreve uma descrição de cargo, escolhe em que etapa do funil aquela cadeira trabalha, monta o agente no builder e define quando ele resolve sozinho e quando passa a conversa para um humano.
Sete módulos, cerca de 3h20, um sprint de sete dias. No fim da semana existe um agente de pé — o entregável que vira portfólio e proposta comercial.